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| 05:33 | Geral 2 min de leitura

Militar Gaúcho em óbito no Pará será sepultado em Guarani das Missões nesta quarta-feira

Natural de Guarani das Missões, Daniel Dedablio Poczwardowski tinha 29 anos e servia ao Exército desde 2009. Há cinco meses, o sargento havia sido transferido para o Norte do país

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Natural de Guarani das Missões, Daniel Dedablio Poczwardowski tinha 29 anos e servia ao Exército desde 2009. Há cinco meses, o sargento havia sido transferido para o Norte do país
Foto: Arquivo pessoal
O militar gaúcho Daniel Dedablio Poczwardowski, de 29 anos, morreu na tarde de segunda-feira (15) durante um treinamento de selva em Altamira, no interior do Pará. De acordo com a Associação dos Oficiais R/2 do Exército de Belém (AORE), ele sentiu-se mal e foi levado ao Hospital de Guarnição de Marabá, mas não resistiu.
O corpo passou por uma necropsia no Instituto Médico Legal de Marabá, mas a causa da morte não foi indicada. Ele foi trazido para o Rio Grande do Sul e será velado e sepultado nesta quarta-feira (17) em Guarani das Missões, no Noroeste do estado, onde o militar nasceu.
Daniel morava com a esposa em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, e servia há cinco meses no Norte do país. Militar desde 2009, o 3º sargento fazia parte do no 51º Batalhão de Infantaria de Selva, em Altamira, no Pará, de acordo com a TV Liberal.
Além dele, outros quatro militares passaram mal durante a atividade e foram encaminhados ao hospital. O Exército não informou que atividade específica estava sendo desenvolvida pelos militares quando se sentiram mal. Foi informado apenas que os primeiros socorros foram feitos ainda dentro da mata.
O Exército ainda não sabe o que provocou a morte de Poczwardowski. Um Inquérito Policial Militar foi aberto para investigar o caso.
"Vamos apurar o que ocorreu na instrução que levou ao óbito do terceiro sargento. O IPM segue o o prazo legal, então acredito que dentro de um mês, dois meses, ele já deve chegar à conclusão após seguir todos os trâmites legais", afirma o major Flávio Prazeres, chefe da Comunicação do Exército paraense.
Os outros militares continuam internados e estão fora de perigo. O estágio, que ocorre uma vez por ano, começou na semana passada e deveria durar 14 dias. Além do Pará, militares do Maranhão também participavam do treinamento.

Fonte: G1

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