| 20:38 | Esporte 3 min de leitura
Inter sai na frente, mas cede empate em 1 a 1 para o Fluminense
Time de Abel Braga saiu na frente com um gol de Jorge Henrique no primeiro tempo
Quando foi entrevistado ao final da semana de treinos em
Porto Alegre, Abel Braga declarou que o objetivo do Inter em Macaé na noite deste domingo era trocar pontos com o Fluminense. Pois mesmo com os desfalques e aquém de seu
melhor momento na temporada, o empate em 1 a 1 diante dos cariocas — gols de Jorge Henrique e Jean — não condiz com a produção colorada no
Moacyrzão.
Sem Paulão, Gilberto, Aránguiz, Alex e Rafael Moura, o Inter se portou bem em Macaé no primeiro tempo. Abel Braga mandou a campo
um time de cadência, toque de bola. Sacou Valdívia para contar com Jorge Henrique pelos lados de campo. D'Alessandro deixou a direita para atuar centralizado. A linha de
três meias ainda contava com Alan Patrick, de volta após duas partidas por conta de lesão muscular. Pelos lados, Fabrício continha as investidas de Buuno e ainda
levava perigo com ataques pela esquerda. Cláudio Winck, na vaga do lesionado Diogo, mantinha-se mais atrás para auxiliar a defesa.
Foi do Fluminense a
primeira chance com o ex-colorado Rafael Sobis, aos 15 minutos. Diguinho e Conca trocaram passes em velocidade. O argentino encontrou Sobis na boca da pequena área, mas Dida, bem
posicionado, segurou o chute. A resposta gaúcha estreou o placar. Com 22, a defesa do Fluminense tentou fazer a linha de impedimento, mas Jorge Henrique surpreendeu, às costas
de Carlinhos. A torcida do Fluminense passou a vaiar a equipe carioca. O motivo: a facilidade com que D'Alessandro e Alan Patrick trocavam passes, ora com Jorge Henrique, ora com
Wellington Paulista, que por vezes deixava a área para compor o meio de campo.
O time de Cristóvão Duarte, entretanto, não se abateu.
Após uma série de quatro investidas, chegou ao empate. Sobis antecipa uma jogada pelo alto, vence Ernando e passa, de cabeça, para trás. O chute rasteiro de Jean
matou o goleiro Dida.
— Acho que precisamos encaixar a marcação e não deixar eles jogarem. Não poderia ter tomado o gol. Agora
é ter um pouco mais de calma para marcar o gol — resumiu o volante do Fluminense no intervalo.
Conca, Sobis e Walter foram os nomes do segundo tempo. O trio
escolheu a esquerda de ataque, às costas de Cláudio Winck, para avançar. As investidas, porém, não obtinham sucesso. Paravam na marcação do
Inter, que se lançava aos contra-ataques e se portava bem no Rio de Janeiro. Aos 21, D'Alessandro cruzou às costas da zaga e Alan Patrick se esticou todo para assustar
Diego Cavalieri.
Abel apostou na velocidade de Valdívia e Eduardo Sasha aos 24 minutos. Mudou o jogo e teve muitas oportunidades para deixar o Moacyrzão
com a vitória. Seis minutos após entrar em campo, Sasha foi parado por uma defesa corajosa, no chão, em dois tempos, de Diego Cavalieri. Com 34 foi a vez de
Valdívia: chute colocado no ângulo esquerdo do suplente da Seleção. Na sequência, o mesmo Valdívia chutou mal e perdeu a chance de matar o jogo. Aos
38, Fabrício fez bela jogada pela esquerda e cruzou rasteiro para a conclusão de Sasha. Não fosse o desvio da zaga, o Inter não teria apenas trocado pontos com o
Fluminense. Seria um roubo. Três pontos.
Fonte: Zero Hora























































