| 20:39 | Praia Notícias | Segurança 2 min de leitura
Familiares são ouvidos em audiência de caso de PM acusado de matar esposa policial civil
Eles prestaram depoimento em Itapema na tarde desta terça. Corpo foi encontrado em dezembro e PM foi preso
A mãe, a irmã e o cunhado do policial
militar Luis Fernando Palhano Lopes, de 52 anos, acusado de matar a esposa policial civil Karla Silva de Sá Lopes, de 28, em dezembro de 2017, prestaram depoimento na tarde desta
terça-feira (17) na primeira audiência sobre o caso, em Itapema, no Litoral Norte. Também foi ouvida a principal testemunha, o capitão da Polícia Militar
Geraldo Rodrigues.
A defesa de Lopes mantém o argumento de que o réu, denunciado por homicídio qualificado, não matou a esposa e que ela
teria saído para caminhar e não voltou mais. PM da reserva, o acusado está preso no Batalhão da PM em Balneário Camboriú desde 8 de abril.
A mulher, que teve o desaparecimento relatado em 6 de dezembro em Itapema, foi achada enterrada na praia de Taquaras, em Balneário Camboriú, também no
Litoral Norte, no dia seguinte. O marido é acusado de ter dado um tiro na cabeça dela, em casa, após uma discussão na noite de 5 de dezembro. O casal estava
junto havia 10 anos. O marido foi preso em 8 de dezembro.
A vítima era polícia civil recém-formada e estava vindo morar em Itapema para trabalhar
em São João Batista, na Grande Florianópolis.
Confissão e principal testemunha
O capitão
Geraldo Rodrigues é comandante do Batalhão da PM em Itapema e disse que o acusado confessou a ele ter matado a esposa com um tiro na cabeça depois de um
desentendimento, em casa. Segundo o capitão, o réu também entregou um mapa do local onde havia enterrado a vítima.
A confissão
teria ocorrido de maneira informal na casa do réu, onde o capitão o encontrou para prestar apoio.
Processo judicial
A audiência desta terça foi de instrução e julgamento, para decidir se Lopes vai à júri popular. A continuidade da audiência foi marcada para
15 de maio, quando serão ouvidos o comandante do Batalhão da PM de Balneário Camboriú, tenente-coronel José Evaldo Hoffmann Junior, e o réu.
Até lá, prestarão depoimento a mãe e pai da vítima, que moram em Lages, na Serra catarinense, além de uma amiga de Correia Pinto,
na mesma região.
Fonte: G1


























































