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| 06:20 | Geral 2 min de leitura

Frederico Westphalen: Posto 34 e Posto Serrano receberão 30 mil litros de combustível

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Reprodução/Folha On
Em ato realizado em seu gabinete na tarde desta segunda-feira (28) o prefeito de Frederico Westphalen, José Alberto Panosso, anunciou a assinatura de um decreto de situação de emergência em razão dos impactos das manifestações contra a alta dos combustíveis, iniciadas com a greve dos caminheiros no começo da semana passada. Desde então, a chegada de produtos e mercadorias que suprem necessidades básicas da população tem sido prejudicada, como alimentação, saúde e transporte.
O chefe do Executivo municipal acrescentou que foi criado um “Comitê da Crise”, responsável por analisar pontos críticos e decidir ações. Nesta tarde, a Secretaria Municipal de Educação avalia se será preciso suspender as aulas. O recolhimento do lixo será intercalado, em esquema a ser divulgado pela prefeitura.
Presente no evento, o comandante do 37º Batalhão de Polícia Militar, major Alexandre Pereira, acrescentou que em reunião com proprietários de postos de combustível, ficou acertado que virão 30 mil litros para o município, que inicialmente abastecerão veículos de urgência e emergência e estarão em dois estabelecimentos, Serrano e 34. O restante ficará disponível para os moradores, limitado a R$ 100 por motorista. “Temos aval para trazer mais dentro da necessidade. Dois postos receberão esse combustível inicialmente. Pedimos compreensão das pessoas, não é justo que alguém encha o tanque e outro não consiga abastecer”, resumiu Pereira.
Exército, Polícia Rodoviária Federal e Brigada Militar farão a escolta do combustível, tão logo seja possível, disse Pereira. A Defesa Civil Estadual acompanha os trabalhos e auxilia na tomada de decisões, na ocasião representada pelo coordenador regional, major Carlos Alberto de Aguiar Junior.
Representante dos caminhoneiros, Gilmar Wolff comentou que a categoria ergue uma bandeira do país inteiro e que em momento algum deseja prejudicar ninguém. “Nós queremos o bem de toda a comunidade, temos nossa vida para tocar, mas essa dimensão é o Brasil que quer, porque acordou. Reivindicamos uma coisa para nossa classe e a nação aderiu, tem coisas erradas em todos os setores”, complementou.

Fonte: Cristiane Luza/Folha do Noroeste

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