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| 06:07 | Geral | Três de Maio 2 min de leitura

Grupo de idosos é pioneiro com jogo de câmbio na cidade

Modalidade é semelhante ao voleibol e foi incentivada pela Secretaria Municipal de Saúde

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Modalidade é semelhante ao 

voleibol e foi incentivada pela Secretaria Municipal de Saúde
Cíntia Klatt/Coordenadoria de Comunicação Social
O jogo Câmbio – uma adaptação do voleibol para a terceira idade – está ganhando adeptos em Três de Maio. A modalidade já é bem conhecida em outras cidades gaúchas e o grupo de idosos Saber Viver, do bairro Santa Rita, resolveu praticar também.
Sob coordenação das agentes comunitárias de saúde da área, cerca de 20 idosos e idosas reúnem-se todas as quintas-feiras, às 15h, para praticarem o câmbio, na praça do bairro.
“Conhecemos um grupo que já praticava o câmbio em outra cidade e resolvemos aprender juntas as regras, começar a praticar na praça do bairro, com total apoio da Secretaria de Saúde do Município. Nesse tempo, descobrimos a importância desse esporte, que desenvolve coordenação motora, raciocínio e agilidade”, conta a agente comunitária de saúde Ana Lima que buscou informações e aprendeu o câmbio para trabalhar com o grupo.
SOBRE O JOGO
O câmbio é um jogo de voleibol adaptado mas conta com um número maior de participantes e um sistema de rotação das posições em quadra diferente. Para jogar, são necessárias uma bola, rede e quadra de vôlei. As equipes são formadas por 12 jogadores, sendo nove em quadra e três na reserva. O jogo desenvolve-se em dois sets de 15 minutos cada.
De acordo com pesquisa realizada por Eduardo Hauser, da Escola de Educação Física da UFRGS, o Câmbio surgiu de uma experiência de um grupo de profissionais do estado do Rio Grande do Sul vinculados a universidades (Unisinos, UFRGS, UFSM, Ulbra, Unilassalle, Feevale e UPF), às prefeituras municipais de Porto Alegre e Passo fundo, e, ao SESC. Através da prática foram criadas adaptações e formando-se regras. Ele observa, também, que a modalidade tem adeptos ao Sul do País, não havendo indícios de prática semelhante no resto do Brasil.

Fonte: Ana Júlia Tiellet/Coordenadoria de Comunicação Social

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