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| 15:09 | Segurança 2 min de leitura

Após fazer família refém e roubar banco, assaltantes amarram gerente a supostos explosivos no norte do RS

Batalhão de Operações Policiais Especiais é acionado para liberar bancário que está dentro de agência do Sicredi

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Batalhão de Operações Policiais Especiais é acionado para liberar bancário que está dentro de agência do Sicredi
Veículo usado pela quadrilha na fuga foi encontrado abandonado em lavoura - Brigada Militar / Divulgação
O gerente do banco Sicredi do município de Sagrada Família, no norte do Rio Grande do Sul, foi amarrado a artefatos supostamente explosivos na manhã desta sexta-feira (4) durante assalto à agência. Enquanto criminosos roubavam dinheiro da agência do município, que tem pouco mais de 2 mil habitantes, outra parte da quadrilha mantinha a família do bancário refém desde a noite passada.
O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), antigo Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), foi acionado para realizar a detonação segura do artefato suspeito. Integrantes saíram de helicóptero de Porto Alegre para a região.
Segundo informações da delegada Aline Palma, que investiga o caso, quatro homens armados invadiram a casa do gerente na noite de quinta-feira (3), mantendo ele e a família reféns por mais de 10 horas. Na manhã desta sexta, pelo menos dois bandidos amarraram os supostos explosivos no bancário e foram até o Sicredi. Eles entraram no banco e realizaram o roubo, deixando a vítima no local.
Os ladrões fugiram em um carro do próprio banco. No caminho, se juntaram aos comparsas e se deslocaram em direção à cidade de Constantina. A família do gerente foi liberada sem ferimentos e a polícia foi acionada. A Brigada Militar fez buscas em toda a região, mas os criminosos não foram localizados.
O veículo utilizado na fuga foi abandonado e localizado em uma lavoura do município. A perícia foi acionada para buscar pistas no automóvel, bem como para isolar a casa do gerente e a agência bancária. Até as 12h40min, a vítima permanecia dentro da agência e sendo atendida por policiais. A delegada Aline acredita que o artefato seja apenas uma imitação de explosivo, que tem uma fiação ligada a um aparelho celular. Mesmo assim, por questões de segurança, o Bope foi acionado.

Fonte: Gaúcha ZH

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