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| 07:53 | Praia Notícias | Segurança 2 min de leitura

Suspeito de matar família em Alfredo Wagner é preso em cidade vizinha

Crime aconteceu na zona rural do município por volta do meio-dia desta sexta-feira

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Crime aconteceu na zona rural do município por volta do meio-dia desta sexta-feira
Suspeito de assassinar família em Alfredo Wagner teria confessado à polícia o crime - Leo Munhoz/NSC Total
As polícias Militar e Civil prenderam, no fim da tarde desta sexta-feira (9), um homem suspeito de matar três pessoas da mesma família em Alfredo Wagner, na Grande Florianópolis. Ele foi localizado e detido em flagrante na cidade vizinha, Bom Retiro, horas depois de os corpos terem sido achados.
De acordo com o agente de Polícia Civil Vanderlei Kanopf, as vítimas eram o argentino Carlos Alberto Tuneu, 67 anos, a mulher dele, Loraci Mathes, 50, e o filho do casal, Mato Tuneu, 8.
Após a prisão, segundo a Polícia, o homem teria confessado o crime. Segundo Kanopf, o triplo assassinato teria sido motivado por uma dívida e o suspeito, comerciante da cidade, seria o devedor.
— Na semana passada, o suspeito havia sido ameaçado e registrou a ocorrência. Ontem (quinta-feira) eles se encontraram e ele (suspeito) teria sido humilhado — conta o agente.
De acordo com o Instituto Geral de Perícias (IGP), os indícios apontam que as vítimas foram mortas a pancadas, possivelmente com um objeto metálico. O crime teria acontecido por volta do meio-dia desta sexta.
— Uma pessoa que passava pela estrada viu (o corpo de Carlos) e comunicou a polícia. Então fomos até a casa e encontramos o restante da família — diz Kanopf.
Embora ainda sem confirmar a ordem cronológica dos homicídios, a polícia afirma que Carlos Alberto Tuneu foi morto a caminho de casa, aproximadamente um quilômetro distante da propriedade. Já a esposa Loraci Mathes e o filho do casal, Mateo Tuneu, foram assassinados dentro da casa onde a família morava.
O funcionário da família, Lorival Schäffer, 56 anos, estava na propriedade no momento do crime, mas não viu a movimentação. Eles moravam no sítio há de oito anos. 
— Eu trabalhava com a motosserra e não vi nada. Quando chegou o dono da madeireira aqui, me disse que o Carlos estava morto na estrada. Quando chegamos na porta (casa) encontramos o menino e a mulher caídos — conta.
Depois de prestar depoimento, o suspeito foi transferido ao presídio de Lages. Familiares informaram que ele ainda não tinha advogado até o momento.

Fonte: NSC Total

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