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| 08:15 | Praia Notícias | Segurança 2 min de leitura

Homem que aparece em vídeo agredindo meninas é preso em SC e deve responder por tortura

Justiça decretou prisão preventiva dele. Caso foi em Indaial. Nas imagens, homem agride meninas de 17 e 13 anos

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Justiça decretou prisão preventiva dele. Caso foi em Indaial. Nas imagens, homem agride meninas de 17 e 13 anos
Divulgação
O homem que aparece em um vídeo agredindo duas meninas, de 17 e 13 anos, foi preso na tarde desta quinta-feira (28) em Blumenau, no Vale do Itajaí. Ele deverá responder pelo crime de tortura. As crianças estão recebem atendimento psicológico de profissional da Polícia Civil. O crime ocorreu em Indaial, cidade vizinha a Blumenau.
Ele é padrasto da adolescente de 17 anos e pai da garota de 13. O homem já tem um boletim de ocorrência registrado contra ele por violência doméstica, em 2014, por agressão à ex-esposa, mãe das meninas.
Prisão
Nesta quinta, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva dele, que foi decretada pela Justiça. O homem foi encontrado em uma casa em Blumenau. A polícia não informou detalhes sobre o local. Na quarta (27), ele já havia se apresentado à delegada, junto com um advogado, e ficou em silêncio durante o depoimento.
A Polícia Civil tem 10 dias para concluir o inquérito. O delegado responsável pelo caso, João Cunha Neto, vai ouvir testemunhas e aguarda resultados da perícia. O Conselho Tutelar também acompanha o caso.
Início da investigação
O inquérito policial foi aberto na terça (26). A polícia ficou sabendo do caso porque o vídeo foi parar nas redes sociais. Após receber a filmagem, a mãe das crianças também apresentou o material aos policiais. Pai e mãe tinham a guarda compartilhada das filhas.
Nas imagens, o homem aparece espancando as vítimas enquanto a outra filha dele, de 11 anos, é obrigada a gravar as agressões. As meninas foram ouvidas por uma psicóloga e disseram que a violência teria ocorrido porque o pai não aceitou a gravidez da enteada, que já tem um filho, um bebê que também aparece no vídeo no colo dela enquanto ela levava tapas no rosto.
A Polícia Civil considera que o caso tem três vítimas, já que a menina de 11 anos foi obrigada a presenciar e gravar as agressões.

Fonte: G1

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