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| 19:04 | Saúde 3 min de leitura

Brasil tem 25 mortes e pelo menos 1.546 casos confirmados de coronavírus

Dos óbitos, 22 aconteceram em São Paulo e três no Rio de Janeiro

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Dos óbitos, 22 aconteceram em São Paulo e três no Rio de Janeiro
Gaúcha ZH
O Brasil tem 25 mortos e pelo menos 1.546 casos de coronavírus confirmados no território nacional neste domingo (22), segundo o Ministério da Saúde. Das mortes, 22 aconteceram em São Paulo (3,5% de mortalidade em relação aos casos confirmados no Estado) e 3 no Rio de Janeiro (1.6% de mortalidade).
São Paulo continua concentrando a maior parte das confirmações no Brasil, com 631 casos. O Sudeste responde por 59,9% dos pacientes de coronavírus.
O Ministério não informa o número de casos suspeitos por considerar que o país inteiro se encontra em transmissão comunitária -ou seja, quando não é possível identificar a origem do vírus e, diz que, por isso, qualquer um com sintomas gripais é um caso suspeito.
Cloroquina só deve ser usada com prescrição médica, lembra ministro
Na coletiva, o ministro Luiz Henrique Mandetta voltou a falar a respeito do uso dos medicamentos cloroquina e hidroxicloroquina. Segundo ele, há indícios de que os remédios sejam uma alternativa para o tratamento, mas que ainda não há resultados concretos. No entanto, o ministro destacou que ambos os medicamentos podem ser utilizados no tratamento de pacientes internados por coronavírus.
- Há uma pressão muito grande dos familiares de pacientes internados para o uso do medicamento. No entanto, é importante que não ocorra o uso indiscriminado. A cloroquina tem efeitos colaterais muito intensos e deve ser usada somente com prescrição médica – afirmou Mandetta.
O Ministério anunciou ainda a preparação para a realização de testes rápidos vindos da China. O serviço será destinado para os profissionais da saúde. Em relação ao uso de recursos vindos da Lava-Jato, que foram liberados pelo STF, o órgão ainda não estabeleceu como será a distribuição dos valores para o combate da covid-19. 
Quanto às diferentes medidas tomadas pelas prefeituras e governos do país, o ministro Luiz Henrique Mandetta alertou para a importância de um equilíbrio das ações.
— Os governos e as prefeituras precisam analisar muito bem as medidas antes de tomá-las. Não é possível estabelecer uma quarentena, sem compreender as consequências. É preciso definir o que é essencial. Não podemos fazer da paralisação um remédio mais duro que o próprio vírus – destaca o ministro.
Quanto ao início da vacinação contra a gripe, o Ministério reforçou a importância de imunização para todos. Nesta segunda-feira (23), a campanha inicia para idosos e profissionais da saúde. O ministro destacou que as prefeituras precisam elaborar esquemas para evitar o máximo a aglomeração de pessoas e evitar que integrantes de outros grupos prioritários busquem a vacinação neste momento. 

Fonte: Gaúcha ZH

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