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04/05/2021 | 10:34 | Educação

Adiada decisão sobre pedido do Estado para antecipar vacinação de professores

Ricardo Lewandowski diz que não há motivos para apreciar liminar neste momento

A Advocacia-Geral da União havia se manifestado contra a mudança defendida pelo Estado do Rio Grande do Sul na ordem de vacinação - Anselmo Cunha / Ag

A decisão judicial sobre a antecipação da vacinação dos profissionais da educação do Rio Grande do Sul foi adiada. O ministro Ricardo Lewandowski, relator da Arguição de Descumprimento de Preceitos Fundamentais (ADPF) movida pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a continuidade da tramitação do processo sem apreciação neste momento do pedido cautelar.


“Isso posto, por entender que nesta fase processual não há o que decidir, determino a continuidade da regular instrução dos autos, com a colheita da manifestação do Procurador-Geral da República, notadamente quanto ao cabimento da ação, no prazo de 5 dias”, decidiu Lewandowski.

 

A Advocacia-Geral da União havia se manifestado contra a mudança defendida pelo Estado do Rio Grande do Sul na ordem de vacinação que consta no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. O Ministério da Saúde, também no processo, se posicionou tecnicamente contra.
Com isso, o Governo do Estado não poderá, pelo menos por enquanto, vacinar os professores fora da ordem que consta no plano nacional de vacinação.

 

 — Recebemos com naturalidade a decisão, pois é praxe do STF ouvir a PGR antes de decidir o pedido de liminar — disse o procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa.

Fonte: GZH

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