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| 08:01 | Segurança 2 min de leitura

Julgamento do caso Kiss será realizado no Foro Central de Porto Alegre

Julgamento está marcado para o dia 1º de dezembro. Plenário que receberá o júri está em fase de construção. Tragédia, que vitimou 242 pessoas, completou 100 meses na semana passada.

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Julgamento está marcado para o dia 1º de dezembro. Plenário que receberá o júri está em fase de construção. Tragédia, que vitimou 242 pessoas, completou 100 meses na semana passada.
Fachada do prédio, onde funcionava a boate Kiss, foi pintada de preto e estampada a frase 'oito anos de impunidade' - Fabiana Lemos/RBS TV

O júri dos quatro réus pelo incêndio da Boate Kiss ocorrerá no Foro Central I de Porto Alegre, também conhecido como Foro Criminal, em um plenário que está em fase de construção. A determinação, feita nesta segunda-feira (31), é do juiz Orlando Faccini Neto, que presidirá o júri.

 

O julgamento de Elissandro Spohr, Marcos Hoffmann, Luciano Bonilha e Marcelo de Jesus está marcado para o dia 1º de dezembro deste ano.


“Com efeito, assentei que até o final de maio o local estaria definido e, com o auxílio da equipe técnica do Tribunal de Justiça, e a partir de reuniões e análises sobre variadas possibilidades, ficou estabelecido que este foro criminal é a melhor sede para a realização do júri. Está em fase de construção um novo plenário, com maior capacidade de público que os atuais, e todas as suas condições se mostraram adequadas para a equipe técnica, o que contou com a anuência deste magistrado. O prazo de ultimação da obra, ademais, está em conformidade com a data fixada para o julgamento”, destacou o juiz.


A tragédia na boate de Santa Maria, na Região Central do RS, aconteceu há oito anos, deixando 242 mortos e 636 pessoas feridas. Os julgamentos chegaram a ser marcados em duas sessões para o ano passado, em Santa Maria, mas tiveram a data suspensa devido a pedidos de desaforamento dos réus para levar o julgamento para Porto Alegre.

 

Inicialmente, o desaforamento foi concedido a três dos quatro réus – Elissandro, Mauro e Marcelo. Luciano foi o único que não manifestou interesse na troca, e seu julgamento chegou a ser marcado em Santa Maria.

 

Contudo, depois de pedido do Ministério Público, o Tribunal determinou que ele se juntasse aos demais.

 

Eles respondem por homicídio simples, 242 vezes consumado e 636 vezes tentado (pelo número de feridos).

Fonte: G1

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