Facebook Instagram X WhatsApp


| 06:30 | Segurança 2 min de leitura

Polícia prende suspeitos em operação contra crime de sequestro no RS e em SC

Compartilhar:
Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Civil realizou, na manhã desta terça-feira (15), operação de combate ao crime de extorsão mediante sequestro no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Até as 11h30, quatro pessoas haviam sido presas, sendo três no RS e uma em SC. Um homem segue foragido.

 

O sequestro investigado ocorreu no dia 29 de maio em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, quando um homem de 30 anos foi retirado de casa por suspeitos. Segundo a polícia, ele permaneceu em cativeiro em pelo menos dois lugares distintos.

 

Os criminosos exigiram da família resgate no valor de R$ 600 mil. No dia 31 de maio, o homem foi libertado, sem pagamento de resgate. Ele foi localizado por uma guarnição da Brigada Militar em Igrejinha e levado para casa.

 

A polícia ainda não sabe porque a vítima foi solta sem pagamento de resgate. "Provavelmente desistiram da prática de extorsão mediante sequestro", diz o delegado responsável João Paulo de Abreu.

 

As prisões no RS foram em São Leopoldo e em Canoas, além de um mandado de prisão temporária cumprido contra um homem já preso na Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ). A mulher presa em Canoas é companheira do homem preso e prima da vítima do sequestro. Já em Santa Catarina, uma mulher foi presa em Imbituba (SC),.

 

A polícia ainda cumpriu oito mandados de busca e apreensão, que resultaram na apreensão de celulares, documentos e dinheiro em espécie.

 

"A relação com SC é que identificamos que lá no local onde foi presa essa mulher, de lá partiram contatos de extorsão, local que foi descoberto durante as investigações. Essa mulher é gaúcha e lá estariam morando em uma casa alugada [ela e mais uma mulher presa]. Não se tem notícia do envolvimento delas em outros casos de sequestro", destaca o delegado.

 

De acordo com o delegado, outros suspeitos já possuem extensa ficha criminal.

 

"O autor intelectual que está preso na PEJ e o outro que está foragido possuem vinculação com outros crimes, que nada tem a ver com a investigação atual. O preso tem vários homicídios em Novo Hamburgo [na ficha criminal]", diz.

 

Segundo as investigações, pelo menos cinco pessoas participaram do crime.

Fonte: G1

Mais notícias sobre SEGURANÇA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade