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22/06/2022 | 21:26 | Polícia

PF e MTE averiguaram denúncia de trabalho análogo a escravidão em Unistalda

Divulgação/PF

Na manhã desta quarta-feira (22/06), agentes da Delegacia da Polícia Federal de São Borja juntamente com representantes do Ministério do Trabalho e Emprego de Santa Maria, estiveram no município de Unistalda para averiguar uma denúncia de que trabalhadores da construção civil, estariam em condições degradantes de serviço, uma das modalidades de trabalho análogo ao de escravo.

A obra em questão, são de casas populares às margens da BR-287, próximo ao trevo de acesso a cidade.

Sete trabalhadores, de diferentes estados do país, foram ouvidos. Deste total, dois demonstraram o desejo de retornar aos seus estados de origem e a empresa já providenciou as passagens para que isso aconteça.

Em entrevista ao GNI, o delegado ressaltou que após a fiscalização, ficou constatado que os alojamentos onde os trabalhadores estavam instalados realmente eram precários e que nenhum dos profissionais tinha carteira assinada.

De imediato o canteiro de obras foi interditado e só poderá retomar as atividades após as adequações legais. O prazo estipulado foi de 15 dias.

Perguntado se foi constatado o crime de redução a condição análoga à de escravo no local, o delegado afirmou não ter sido observado elementos que configurem tal crime.

“NÃO TERÁ NENHUM TRABALHADOR RESGATADO, NÃO FORAM CONSTATADAS ESSAS SITUAÇÕES APTAS A CARACTERIZAR O CRIME…” EXPLICOU MATHIAS.

Questionado sobre qual a responsabilidade da Prefeitura de Unistalda no local, Mathias comentou que neste primeiro momento foi apurado apenas se existiam crimes contra a organização do trabalho.

“ESSE TIPO DE AVERIGUAÇÃO A GENTE NÃO FEZ NESTE MOMENTO, FAREMOS EM UM MOMENTO ADEQUADO…NÃO SEI LHE DIZER NESSE MOMENTO, A GENTE NÃO FEZ ESSE LEVANTAMENTO.” FINALIZOU O DELEGADO.

Fonte: SB News/São Borja

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