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18/04/2023 | 05:05 | Educação

Botão de pânico começa a funcionar em escolas de Porto Alegre para comunicar possíveis ameaças

Ferramenta está ativa desde esta segunda-feira (17) e tem o objetivo de reforçar a segurança nas escolas da rede municipal

Ferramenta está ativa desde esta segunda-feira (17) e tem o objetivo de reforçar a segurança nas escolas da rede municipal
Aplicativo tem tecnologia georreferenciada - Jonathan Heckler / Agencia RBS

Entrou em funcionamento nesta segunda-feira (17) o botão de pânico para alertas contra ameaças a escolas de Porto Alegre. O aplicativo já está instalado nos celulares de professores e demais funcionários de 98 escolas municipais e 217 das chamadas “parceirizadas”, que são aquelas onde a prefeitura compra vagas para alunos da rede pública.  

Segundo o secretário de Segurança da Capital, Alexandre Aragon, a receptividade à nova tecnologia foi "excelente". Todos os servidores indicados pela Secretaria Municipal de Educação receberam o treinamento na última sexta-feira (14).  

— Primeiro, eles foram treinados a baixar o aplicativo, a como usar o aplicativo e quando usar o aplicativo — explica Aragon. 

Até a tarde desta segunda-feira, o botão não havia sido acionado.  

Avaliação 
Uma das escolas com servidores cadastrados no aplicativo é a Heitor Villa Lobos, na Lomba do Pinheiro. Para a diretora Andrea Brusch, a ferramenta é fácil de ser utilizada e, nesse primeiro momento, estará nos celulares de cinco profissionais da instituição, que conta com 1,2 mil alunos divididos em três turnos.  

—  O aplicativo será utilizado por servidores que transitam mais pelo pátio. Com dois toques, conseguimos efetuar o chamado. Achei prático e bem real. Felizmente, ainda não precisei acioná-lo — comenta Andrea.  

O botão de pânico permite uma ação mais ágil do que ligar para a polícia ou para a Guarda Municipal. Isso porque, ao ser acionado, o aplicativo envia um chamado imediato ao centro de operações de Porto Alegre e, na sequência, a viatura mais próxima é deslocada para a escola. Ou seja, não é necessária explicação prévia sobre a motivação do chamado de emergência.  

Conforme o secretário Alexandre Aragon, não há risco de trote por meio do aplicativo, como ocorre pelas ligações tradicionais. Só terão acesso à ferramenta os servidores devidamente credenciados. O aplicativo vai armazenar os dados do funcionário e outras informações, como a localização da escola à qual ele está vinculado. 

Fonte: GZH
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