Facebook Instagram X WhatsApp


| 17:08 | Segurança 2 min de leitura

Polícia Federal aceita delação premiada de Mauro Cid

O ex-ajudante de Jair Bolsonaro está envolvido em mais de um caso, como o das joias avaliadas em R$ 16,5 milhões que uma comitiva do antigo governo trouxe ilegalmente para o Brasil

Compartilhar:
O ex-ajudante de Jair Bolsonaro está envolvido em mais de um caso, como o das joias avaliadas em R$ 16,5 milhões que uma comitiva do antigo governo trouxe ilegalmente para o Brasil
Mauro Cid depõe na CPI da Câmara Legislativa do Distrito Federal - Antônio Cruz / Agência Brasil / Divulgação

A Polícia Federal aceitou a delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com o portal G1, o Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se aceita ou não o acordo.

Antes disso, o Ministério Público Federal (MPF) precisará ser ouvido para saber quais as condições para a delação ser firmada. Cid está há 20 dias prestando depoimentos à PF.

O ex-ajudante é suspeito de participar da tentativa de trazer de maneira irregular para o Brasil joias — avaliadas em R$ 16,5 milhões — recebidas pelo governo Bolsonaro como presente da Arábia Saudita, além de:

  • tentar vender ilegalmente presentes dados ao governo Bolsonaro por delegações estrangeiras em viagens oficiais;
  • participar de uma suposta fraude de carteiras de vacinação de Bolsonaro e da filha de 12 anos do ex-presidente;
  • envolvimento nas tratativas sobre possível invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pelo hacker Walter Delgatti Neto, para desacreditar o sistema judiciário brasileiro;
  • envolvimento em tratativas sobre um possível golpe de estado.

 

Pelo fato de Cid estar sendo investigado em mais de um caso, ainda não há informação sobre o foco da delação.

 

Quem é Mauro Cid
Tenente-coronel do Exército e ex-ajudante de Jair Bolsonaro, Cid teve livre acesso ao gabinete presidencial, ao Palácio da Alvorada e até mesmo ao quarto ocupado pelo ex-chefe do Executivo nos hospitais, após cirurgias.

Seu nome ganhou atenção depois que vieram à tona suas conversas no WhatsApp com o blogueiro Allan dos Santos, no inquérito aberto para investigar a organização e o financiamento de atos antidemocráticos.

Durante o governo Lula, Cid foi considerado o pivô da demissão do então comandante do Exército, general Júlio César de Arruda. 

Fonte: GZH

Mais notícias sobre SEGURANÇA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade