Facebook Instagram X WhatsApp


| 12:43 | Segurança 3 min de leitura

Corpo de homem encontrado dentro de geladeira no SE é de advogado e jornalista do RS, diz família

Celso Adão Portella teria, hoje, 80 anos. Trabalhou em Porto Alegre entre as décadas de 70 e 80, tendo passagens pelas rádios Farroupilha e Gaúcha.

Compartilhar:

O corpo encontrado dentro de uma geladeira de um apartamento no Sergipe, na última quarta-feira (20), é de um advogado e jornalista gaúcho. A família de Celso Adão Portella, que teria hoje 80 anos, aguarda contato da Polícia Civil para ir ao Nordeste do país buscar o corpo e fazer o sepultamento. Ele deixa quatro filhos.

O irmão de Celso, Paulo Portella, conta que ele é natural de Ijuí, no Norte do estado, mas construiu a vida em Porto Alegre, tendo se formado em direito e jornalismo.

"Fez toda a vida na Capital. Atuou entre as décadas de 1970 e 1980 nas rádios Farroupilha e Gaúcha. Como advogado, teve um escritório em Porto Alegre. Atualmente, estava aposentado", lembra Paulo.

Ele diz que Celso deixou o estado em 2001, quando a mãe deles morreu. Ele foi para o Espírito Santo e, depois, os irmãos perderam contato.

"Eu sequer sabia que ele estava em Aracaju. Somos em 12 irmãos, e alguns acabaram se distanciando. Mesmo assim, a notícia foi um choque. Ele sempre foi um irmão muito bom, uma pessoa muito boa”, diz Paulo.

Segundo ele, um irmão, que é policial civil, recebeu uma ligação de uma pessoa, uma mulher, com o código de área de fora do RS, e ela disse que Celso estava morto. Em um primeiro momento, acreditaram se tratar de um trote. Após, confirmaram que era verdade.

A pessoa que teria feito a ligação é uma mulher de 37 anos, técnica de enfermagem, que está presa preventivamente desde quinta-feira (21). O caso foi descoberto por um oficial de justiça na quarta-feira durante o cumprimento de uma ordem de despejo no apartamento onde ela vivia, no bairro Suíssa, em Aracaju. O corpo estava em avançado estado de decomposição dentro de uma mala que estava em uma geladeira. No imóvel residia também a filha dela, uma criança de 4 anos.

A mulher disse, em depoimento à Polícia Civil, que os dois tiveram um relacionamento amoroso. Contou que um dia, em 2016, voltou para casa do trabalho e encontrou o companheiro morto. Por medo, guardou o corpo na geladeira.

Essa mulher é suspeita de ocultação de cadáver e de maus-tratos contra a filha por conta de ter submetido ela a uma situação como essa. Ela foi encaminhada para uma avaliação psiquiátrica no Hospital São José, em Aracaju, e, agora, está no Hospital de Custódia.

A causa da morte do companheiro é investigada e deve ser constatada pelo exame que é feito pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP). Se houver indícios de morte por causa violenta, a mulher pode ser responsabilizada.

Fonte: G1

Mais notícias sobre SEGURANÇA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade