Facebook Instagram X WhatsApp


| 05:27 | Segurança 2 min de leitura

Jovem condenado por atos neonazistas em Tramandaí passa a cumprir pena no regime aberto

A defesa de Israel Fraga Soares havia entrado com o pedido em dezembro do ano passado; ele deixou a Penitenciária Modulada Estadual de Osório na tarde desta terça-feira

Compartilhar:
A defesa de Israel Fraga Soares havia entrado com o pedido em dezembro do ano passado; ele deixou a Penitenciária Modulada Estadual de Osório na tarde desta terça-feira
Israel Fraga Soares foi condenado por racismo e ameaça em agosto de 2023. Leonel Radde / Arquivo pessoal

A Justiça de Osório, no Litoral Norte, concedeu a progressão de regime para Israel Fraga Soares, 24 anos, condenado pelos crimes de racismo e ameaça na internet após ser apontado pela Polícia Civil como membro de um grupo neonazista. Com isso, o jovem seguirá cumprindo a pena em regime aberto, com o uso de tornozeleira eletrônica. Ele deixou a Penitenciária Modulada Estadual de Osório na tarde desta terça (30).

Soares estava detido há mais de dois anos. Segundo a defesa, representada pelos advogados Rafael Rafael Petzinger e Bruna Ressureição, ele teria cumprido neste período parte da pena suficiente para ser liberado. Foi isso que motivou o pedido de progressão de regime em dezembro de 2023, aceito nesta segunda-feira (29) pela Justiça. 

Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra Soares, ele compartilhou pela internet símbolos, emblemas e distintivos com a imagem da suástica para divulgação do nazismo, além de ameaçar quem não compactuava com seus comportamentos. A investigação da Polícia Civil apontou o jovem de 24 anos como parte de um grupo neonazista que atua na deep web e que seria o mesmo do qual faz parte um adolescente de Lindolfo Collor, no Vale do Sinos, que esquartejou um cachorro durante transmissão de uma live, também em 2022.

Segundo o MP, "ainda que, respeitosamente, discorde da decisão da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, não é possível, no caso em concreto, a interposição de recursos perante o STJ e o STF por vedação expressa conforme entendimentos de ambos os Tribunais."

Em agosto do ano passado Soares foi julgado e condenado pela 2ª Vara Criminal de Tramandaí por racismo e ameaça, com pena fixada em cinco anos e oito meses de reclusão em regime inicial semi-aberto. Na sentença foi determinada a semi-imputabilidade do réu, ou seja, ele era parcialmente incapaz de entender o caráter ilícito das suas ações devido a um diagnóstico psiquiátrico. O Ministério Público recorreu da decisão, mas o recurso foi negado.

Fonte: GZH

Mais notícias sobre SEGURANÇA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade