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| 14:13 | Segurança 2 min de leitura

Polícia Federal prende pai e filho suspeitos de atuar na venda de dados do presidente do STF

Operação I-Fraude investiga a invasão de sistemas federais e o vazamento de dados de autoridades e pessoas públicas pela internet

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Operação I-Fraude investiga a invasão de sistemas federais e o vazamento de dados de autoridades e pessoas públicas pela internet
A Operação I-Fraude foi deflagrada na última quarta-feira. Polícia Federal / Divulgação

A Polícia Federal cumpriu, nessa quinta-feira (1º), três mandados de prisão preventiva dentro do âmbito da Operação I-Fraude, que desarticulou uma organização criminosa responsável pela invasão de sistemas federais e venda de dados pessoais de autoridades por meio de painéis de pesquisas. Entre os alvos do esquema, estava o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luís Roberto Barroso, que teve seus dados vendidos.  

De acordo com o site g1, entre os presos, estão um homem e seu filho. A dupla foi encontrada em uma casa em Vinhedo, região de Campinas em São Paulo, pela manhã. Os policiais também cumpriram mandados de busca e apreensão no local. Eles tiveram a prisão confirmada pela Justiça Federal de Campinas durante audiência de custódia no período da tarde. 

Além de Campinas, o mandado judicial, expedido pela 12ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, também foi cumprido na cidade de Caruaru, em Pernambuco. 

A Polícia Federal relata que a quadrilha hackeava sistemas federais, roubava os dados e depois vendia pelas redes sociais. Segundo a investigação, entre os clientes da organização estavam membros de facções criminosas e integrantes das forças de segurança, como policiais. 

De acordo com a PF, a suspeita é que eles tenham faturado, ao menos, R$ 10 milhões com o esquema criminoso entre 2010 e 2024. Os agentes afirmaram que foi determinado o bloqueio de cerca de R$ 4 milhões das contas dos investigados.

A Operação I-Fraude foi deflagrada na última quarta-feira (31) em cinco Estados do Brasil. 

Fonte: GZH

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