Logomarca Paulo Marques Notícias


| 18:59 | Política 2 min de leitura

Alexandre de Moraes nega devolução de passaporte a Bolsonaro

Ministro do STF considerou que uma possível viagem internacional do ex-presidente representaria um "perigo para o desenvolvimento das investigações criminais"

Compartilhar:
Ministro do STF considerou que uma possível viagem internacional do ex-presidente representaria um "perigo para o desenvolvimento das investigações criminais"
Em fevereiro, o passaporte de Bolsonaro foi confiscado durante a Operação Tempus Veritatis. Tânia Rêgo / Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou na quinta-feira (28) o pedido de devolução do passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que havia sido confiscado em fevereiro durante uma operação da Polícia Federal (PF). As informações são do portal g1.

A decisão de Moraes está alinhada com o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou que uma possível viagem internacional do ex-presidente representaria um "perigo para o desenvolvimento das investigações criminais".

Na semana passada, os advogados de Bolsonaro pediram a devolução do passaporte. Eles argumentaram que Moraes deveria autorizar o retorno do documento para permitir que Bolsonaro viajasse a Israel, entre os dias 12 e 18 de maio, a convite do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.

Este foi o segundo pedido enviado pelos advogados de Bolsonaro ao STF que foi negado por Moraes.

"Perigo para as investigações"
Em fevereiro, o passaporte de Bolsonaro foi confiscado a pedido da Polícia Federal durante a Operação Tempus Veritatis, que investiga tentativa de golpe de Estado para manter o ex-presidente no poder. Na decisão, Moraes também proibiu o ex-presidente de manter contato com outros investigados.

Na decisão desta quinta, o ministro defendeu que as medidas adotadas em fevereiro permanecem "necessárias e adequadas", já que a investigação ainda está em andamento.

"As diligências estão em curso, razão pela qual é absolutamente prematuro remover a restrição imposta ao investigado, conforme, anteriormente, por mim decidido em situações absolutamente análogas", escreveu Moraes.

Em resposta enviada a Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que "não se tem notícia de evento que torne superável a decisão que determinou a retenção do passaporte" de Bolsonaro.

"A medida em questão se prende justamente a prevenir que o sujeito à providência saia do país, ante o perigo para o desenvolvimento das investigações criminais e eventual aplicação da lei penal. Os pressupostos da medida continuam justificados no caso", argumentou Gonet.

Fonte: GZH

Mais notícias sobre POLÍTICA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade