Facebook Instagram X WhatsApp


| 07:36 | Geral 2 min de leitura

Governo do RS faz contrato sem ônus com consultoria Alvarez&Marsal

Piratini encaminha o mesmo tipo de acordo com outras duas empresas privadas, a McKinsey e a Ernst&Young

Compartilhar:

Depois de confirmar acordo de prestação de serviços pro bono (sem cobrança) com a prefeitura de Porto Alegre, a consultoria internacional Alvarez&Marsal também firmou um "contrato sem ônus" com o governo do Estado.

Conforme o secretário extraordinário de Apoio à Reconstrução, Pedro Capeluppi, várias consultorias procuraram o governo do Estado para ajudar na tragédia. Além da A&M, cujo contrato já está firmado, haverá acordo em termos semelhantes com a McKinsey e a EY (antes Ernst&Young).

— A administração pública não tem capacidade de resposta para um evento deste tamanho sem ajuda externa. As consultorias têm um papel extremamente relevante, principalmente em questões de infraestrutura. A A&M vai nos ajudar por 30 dias, sem ônus, no mapeamento do que precisa ser refeito, em infraestrutura básica, moradias, escolas, hospitais, prédios públicos e estruturas urbanas.

A A&M se tornou mais conhecida entre os brasileiros quando contratou o ex-juiz Sergio Moro, em 2022, mas atuou nas recuperações do Estado americano de Lousiana, depois da passagem do furacão Katrina, em 2005, e de Brumadinho, após o estouro da barragem da Vale, há cinco anos.

Indagado sobre a possibilidade de estender esses acordos sem ônus para contratos pagos, Capeluppi disse que, neste momento, "é muito difícil responder":

— Estamos ainda com foco total na organização para identificar o que vai ser feito nesse momento. 

Assim como o papel da A&M será mapear as necessidades de reconstrução, o da EY será identificar todas as fontes disponíveis de recursos - públicos, privados, de instituições multilaterais (Banco Mundial, BID, CAF, NDB) - para fazer o trabalho necessário. A McKinsey, que já elaborava uma agenda de desenvolvimento do Estado, vai atuar na última etapa desenhada no Plano Rio Grande, de mais longo prazo.

— Nosso desafio é reconstruir, mas não o que existia antes. Precisamos fazer com uma visão de futuro e de adaptação à mudança climática. Tivemos um enorme impacto na economia e na sociedade gaúcha. Precisamos reconhecer isso e agir com o setor público muito bem organizado, de uma forma como nunca esteve — afirma Capeluppi.

Fonte: GZH

Mais notícias sobre GERAL
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade