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| 06:07 | Segurança 3 min de leitura

Polícia pede coleta de sangue de marido e filho de suspeita de envenenar família

Objetivo é avaliar se eles também foram contaminados. Investigação da Polícia Civil aponta que Deise Moura dos Anjos, 42 anos, colocou arsênio na farinha utilizada em bolo de reis e em leite em pó, resultando na morte de quatro pessoas

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Objetivo é avaliar se eles também foram contaminados. Investigação da Polícia Civil aponta que Deise Moura dos Anjos, 42 anos, colocou arsênio na farinha utilizada em bolo de reis e em leite em pó, resultando na morte de quatro pessoas
Deise Moura dos Anjos é suspeita de ter envenenado um bolo de reis que resultou na morte de três familiares. Divulgação / Instituto Geral de Perícias

A Polícia Civil encaminhou nesta segunda-feira (13) ao Instituto-Geral de Perícias (IGP) o pedido para coleta de sangue do marido e do filho de Deise Moura dos Anjos, 42 anos. O objetivo da solicitação é verificar se eles também foram envenenados, segundo o delegado Cleber Lima, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI). 

Ela é suspeita da morte de quatro familiares que consumiram alimentados contaminados com arsênio, composto chamado de rei dos venenos, entre setembro e dezembro.

Em entrevista ao programa Conversas Cruzadas, de GZH, o delegado mencionou ainda a suspeita de que outras pessoas tenham sido envenenadas por Deise. Uma das hipóteses é o pai da suspeita, José Lori da Silveira Moura, que morreu de cirrose em 2020, aos 67 anos. A exumação do corpo dele ainda é avaliada pelo órgão de segurança.

— Encaminhamos ao IGP para coleta de material duas pessoas que possivelmente foram envenenadas e sobreviveram. É uma coleta de material para que a gente possa afirmar se elas têm ainda o arsênico em seu organismo, porque é um veneno que não se degrada — disse o delegado, referindo ao marido e ao filho de Deise.

A Polícia Civil encaminhou nesta segunda-feira (13) ao Instituto-Geral de Perícias (IGP) o pedido para coleta de sangue do marido e do filho de Deise Moura dos Anjos, 42 anos. O objetivo da solicitação é verificar se eles também foram envenenados, segundo o delegado Cleber Lima, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI). 


Ela é suspeita da morte de quatro familiares que consumiram alimentados contaminados com arsênio, composto chamado de rei dos venenos, entre setembro e dezembro.

Em entrevista ao programa Conversas Cruzadas, de GZH, o delegado mencionou ainda a suspeita de que outras pessoas tenham sido envenenadas por Deise. Uma das hipóteses é o pai da suspeita, José Lori da Silveira Moura, que morreu de cirrose em 2020, aos 67 anos. A exumação do corpo dele ainda é avaliada pelo órgão de segurança.

— Encaminhamos ao IGP para coleta de material duas pessoas que possivelmente foram envenenadas e sobreviveram. É uma coleta de material para que a gente possa afirmar se elas têm ainda o arsênico em seu organismo, porque é um veneno que não se degrada — disse o delegado, referindo ao marido e ao filho de Deise.

A Polícia Civil encaminhou nesta segunda-feira (13) ao Instituto-Geral de Perícias (IGP) o pedido para coleta de sangue do marido e do filho de Deise Moura dos Anjos, 42 anos. O objetivo da solicitação é verificar se eles também foram envenenados, segundo o delegado Cleber Lima, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI). 

Ela é suspeita da morte de quatro familiares que consumiram alimentados contaminados com arsênio, composto chamado de rei dos venenos, entre setembro e dezembro.

Em entrevista ao programa Conversas Cruzadas, de GZH, o delegado mencionou ainda a suspeita de que outras pessoas tenham sido envenenadas por Deise. Uma das hipóteses é o pai da suspeita, José Lori da Silveira Moura, que morreu de cirrose em 2020, aos 67 anos. A exumação do corpo dele ainda é avaliada pelo órgão de segurança.

— Encaminhamos ao IGP para coleta de material duas pessoas que possivelmente foram envenenadas e sobreviveram. É uma coleta de material para que a gente possa afirmar se elas têm ainda o arsênico em seu organismo, porque é um veneno que não se degrada — disse o delegado, referindo ao marido e ao filho de Deise.

Fonte: GZH

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