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| 08:13 | Segurança 2 min de leitura

Considerado um dos maiores estelionatários do RS é suspeito de faturar mais de R$ 1 milhão no golpe do cartão

Homem de 42 anos abordava pessoas em agências bancárias e tinha acesso à senha da conta e ao cartão das vítimas

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O homem considerado um dos principais estelionatários atuando no Rio Grande do Sul foi preso pela Polícia Civil. O homem de 42 anos é suspeito de ter faturado mais de R$ 1 milhão aplicando o chamado “golpe do cartão”

Segundo a investigação, liderada pelo delegado Marcus Vinicius Veloso, o investigado, natural de São Paulo, vinha ao Rio Grande do Sul apenas para efetuar os golpes. O suspeito entrava em agências bancárias e oferecia ajuda a clientes que estavam utilizando o caixa eletrônico. Através desse auxílio, ele conseguia acesso a dados sigilosos. 

— Ele oferecia ajuda, usava da sua simpatia, e trocava o cartão da idosa e pegava a senha — explica.

Com o cartão e a senha da vítima, o suspeito realizava diversos saques e ia à shoppings comprar itens de luxo. A polícia não especificou quantas vítimas foram lesadas, mas, conforme o delegado, a quantidade é "imensurável". O nome não foi divulgado pela polícia, mas Zero Hora apurou que o suposto estelionatário se chama Marcelo Araújo. O espaço está aberto à manifestação da defesa.

Segundo a polícia, a grande quantidade de pessoas prejudicadas e atuação em todo o Estado fazem dele um dos principais responsáveis por esse tipo de crime no RS

prisão preventiva ocorreu na quarta-feira (15) em Gravataí. Ele deverá passar por audiência de custódia nesta quinta-feira (16). 

Os crimes eram praticados em diversas cidades gaúchas. Entre as cidades onde o golpe foi aplicado estão: Santa Rosa, Eldorado do Sul, Santa Maria, Erechim, Cachoeira do Sul, Lajeado, Santa Rosa, Porto Alegre, Osório, Imbé, Tramandaí e Torres.

Fonte: GZH

Homem de 42 anos abordava pessoas em agências bancárias e tinha acesso à senha da conta e ao cartão das vítimas
Suspeito pegava cartões de correntistas que estavam com dificuldades de operar caixas eletrônicos. Felipe Nyland / Agencia RBS
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