Logomarca Paulo Marques Notícias


| 12:52 | Política 2 min de leitura

Bolsonaro leva Michelle ao aeroporto e chora por ter sido impedido de ir à posse de Trump

O passaporte do ex-presidente foi retido em investigações sobre a tentativa de golpe de Estado, e o Supremo Tribunal Federal rejeitou o pedido para devolvê-lo

Compartilhar:
O passaporte do ex-presidente foi retido em investigações sobre a tentativa de golpe de Estado, e o Supremo Tribunal Federal rejeitou o pedido para devolvê-lo
Bolsonaro não foi autorizado a embarcar para Washington, o que Michelle fará neste sábado. EVARISTO SA / AFP

Impedido de sair do país, o ex-presidente Jair Bolsonaro esteve no aeroporto de Brasília neste sábado (18) para acompanhar a esposa, Michelle Bolsonaro, que embarca para Washington para participar da cerimônia de posse de Donald Trump, na segunda-feira (20).

Bolsonaro chorou e disse que está "chateado e abalado" por não poder comparecer ao evento. O passaporte do ex-presidente foi retido em investigações sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022, e o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou o pedido para devolvê-lo. As informações são do jornal O Globo.

— Obviamente seria muito bom a minha ida lá. O presidente Trump gostaria muito, tanto é que ele me convidou. Estou chateado, abalado ainda, mas eu enfrento uma enorme perseguição política por parte de uma pessoa.

O ex-presidente ainda disse que se sente um "preso político", apesar de não usar tornozeleira eletrônica.

— Estou constrangido. Queria estar acompanhando minha esposa. Quem vai acompanhar vai ser meu filho Eduardo e a esposa dele. Eu queria estar lá.

Na decisão em que rejeitou o pedido de Bolsonaro para viajar para a posse de Trump, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, ressaltou que há possibilidade de "tentativa de evasão" de Bolsonaro "para se furtar à aplicação da lei penal". O ministro ainda destacou que Bolsonaro vem defendendo a fuga do pais e o asilo no Exterior para os diversos condenados pelos atos golpistas.

A decisão seguiu o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que não viu "interesse público" que justificasse a flexibilização da restrição imposta ao ex-chefe do Executivo, indiciado por crime de golpe de Estado. O chefe do Ministério Público Federal, Paulo Gonet, destacou como a viagem pretendia "satisfazer interesse privado" de Bolsonaro, o que não é "imprescindível".

Fonte: GZH

Mais notícias sobre POLÍTICA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade