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| 15:57 | Segurança 2 min de leitura

Fisioterapeuta condenado por estupro de adolescente é preso após 14 anos foragido

Crime aconteceu em 2005 em Caxias do Sul, na Serra, e o julgamento ocorreu em 2011, mas o homem nunca havia sido preso

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Crime aconteceu em 2005 em Caxias do Sul, na Serra, e o julgamento ocorreu em 2011, mas o homem nunca havia sido preso
Foragido foi preso em casa, no bairro Ideal, em Novo Hamburgo. Polícia Civil / Divulgação

Um fisioterapeuta de 45 anos condenado pelo estupro de uma menina de 12 anos foi preso na tarde de quinta-feira (20), em Novo Hamburgo, no Vale do Sinos. O crime aconteceu em 2005 em Caxias do Sul, na Serra, e o julgamento ocorreu em 2011, mas o homem nunca havia sido preso.

A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RS (TJ) havia condenado o homem a 14 anos, sete meses e 15 dias de reclusão em regime fechado pelos crimes de estupro e atentado violento ao pudor.

O homem foi preso nesta quinta-feira em uma casa de alto padrão no bairro Ideal. Segundo o delegado André Serrão, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, os investigadores receberam a informação sobre o paradeiro do foragido há duas semanas. 

— Monitoramos a partir da rotina do filho dele e acabamos localizando a casa, onde efetuamos a prisão — explica o delegado. 

Os nomes dos envolvidos não foram divulgados para preservar a identidade da vítima e em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O crime

Segundo a denúncia do Ministério Público, em 2005, o homem e um comparsa viajavam com uma adolescente de 12 anos da cidade de Lagoa Vermelha para Caxias do Sul, quando pararam o veículo em um motel e obrigaram a menina a manter relações sexuais com ambos. 

Conforme o MP, eles teriam ameaçado deixar a menina na estrada. A denúncia diz que durante outra viagem, seis meses depois, um segundo abuso teria ocorrido.

fisioterapeuta era cunhado da menina à época. O outro homem era padrasto da adolescente e foi assassinado pela mãe da vítima quando tentou se aproximar dela novamente. 

Contraponto

Ao ser preso, na tarde de quinta-feira, o fisioterapeuta disse informalmente à polícia que não cometeu o crime.

A reportagem procurou a defesa do preso, mas até o momento, não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestação.

Fonte: GZH

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