Facebook Instagram X WhatsApp
Publicidade


| 05:26 | Segurança 2 min de leitura

Perícia contesta caligrafia de mãe de Bernardo em carta de suicídio

Família contratou perito particular e tenta agora reabrir inquérito sobre morte de Odilaine Uglione

Compartilhar:
Família 

contratou perito particular e tenta agora reabrir inquérito sobre morte de Odilaine Uglione
Odilaine (E) foi encontrada morta no consultório de Leandro Boldrini em 2010 (Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal)
Uma perícia particular contratada pela avó do menino Bernardo Uglione Boldrini, morto em abril de 2014, indica que a mãe biológica dele, a enfermeira Odilaine Uglione, não seria a autora de sua carta de suicídio — ato contestado pela família dela. A informação foi revelada neste omingo, em reportagem veiculada no programa Fantástico, da Rede Globo.
A carta teria sido escrita em fevereiro de 2010. Jussara Uglione, mãe de Odilaine e avó de Bernardo, diz que estava com amigos quando recebeu o texto e que se surpreendeu com a letra, que seria diferente da caligrafia da filha. Na época, ninguém levou a dúvida adiante.
Odilaine foi encontrada morta com um tiro dentro da clínica do médico Leandro Boldrini, em Três Passos. Segundo a secretária do consultório, os dois estavam na sala dele quando o cirurgião saiu pedindo socorro. Com base no depoimento de testemunhas e nos laudos da perícia oficial, a Polícia Civil chegou à conclusão de que Odilaine se matou. Mas, após a morte de Bernardo, Jussara decidiu tirar a história a limpo.
A carta supostamente assinada por Odilaine diz que "ele (Leandro Boldrini) pediu a separação, perdi meu chão" e também deixa um recado para o médico: "Leandro, tu destruiu a minha família, meus sonhos, minha vida. Prefiro partir do que ver meu filho nas mãos de outras mulheres, meu amor em outros braços".
A reviravolta veio à tona a partir de um laudo assinado pelo perito judicial Ricardo dos Santos. Ele examinou a carta, comparando a letra com documentos de Odilaine, e detectou discrepâncias.
— Não foi ela quem escreveu. A pessoa que escreveu tinha conhecimento de documentos dela. É uma pessoa que já conhecia a escrita dela — concluiu o perito.
Para a família, a morte tem que ser investigada de novo. O Ministério Público já pediu à polícia novas informações e poderá pedir a reabertura do caso. A delegada responsável, Caroline Bamberg Machado, contesta. Segundo ela, "não houve erro na investigação".
— O que não pode é querer forçar uma situação que não existiu — afirma Caroline.

Fonte: Zero Hora

Mais notícias sobre SEGURANÇA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade