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| 07:44 | Segurança 2 min de leitura

Médico é preso por armazenar e compartilhar pornografia infantil em Passo Fundo

Polícia Federal confirmou que homem era residente em pediatria na cidade. Investigação teve início a partir de informações fornecidas pela polícia de Ontario, no Canadá

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Polícia Federal confirmou que homem era residente em pediatria na cidade. Investigação teve início a partir de informações fornecidas pela polícia de Ontario, no Canadá
Prisão foi na manhã desta quinta-feira (12), em Passo Fundo. Polícia Federal / Divulgação

Um médico foi preso em Passo Fundo, no norte gaúcho, por armazenar e compartilhar pornografia infantil. Conforme a Polícia Federal, o suspeito foi preso em flagrante na manhã desta quinta-feira (12). 

O médico foi identificado como Bruno Gossler Schmidt, residente de pediatria na Residência Médica da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), no Hospital de Clínicas de Passo Fundo. 

Em nota, o advogado que o representa, Gilvan Hansen Júnior, informou que o processo tramita sob sigilo de Justiça e aguarda a conclusão da investigação para eventual manifestação. 

A prisão é resultado da Operação Moloch, que visa repreender crimes de divulgação e armazenamento de material contendo abuso sexual infantojuvenil. Conforme a Polícia Federal, a investigação teve início a partir de informações fornecidas pela polícia de Ontario, no Canadá

A Polícia Federal rastreou o material a partir de alerta de agentes canadenses. Não há informações sobre a origem do conteúdo criminoso. 

Durante a investigação, os agentes identificaram que os IPs de onde partiu o conteúdo criminoso direcionavam a Uruguaiana, onde o médico morava anteriormente. Ele se mudou a Passo Fundo para realizar a residência médica. O homem foi preso em flagrante na manhã desta quinta-feira. 

Em nota a GZH, o Hospital de Clínicas de Passo Fundo informou que não foi informado oficialmente sobre o caso e que tomou conhecimento através da imprensa, mas encaminha as providências necessárias. A UFFS também foi questionada, mas não respondeu aos pedidos de comentário até a publicação da reportagem. O espaço segue aberto. 

Fonte: GZH

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