As evidências ao redor da morte de Ângela Vanessa Grosse da Silva, 32 anos, ocorrida na tarde de quinta-feira (26) em São Luiz Gonzaga, no noroeste gaúcho, não deixam dúvidas: a principal linha de investigação é de foi feminicídio, disse a delegada à frente do caso, Tânea Regina Bratz, da Delegacia de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPPGV) da cidade.
Ângela morreu enquanto recebia atendimento médico depois que o carro em que estava bateu em um caminhão. Ela foi socorrida após o acidente, mas a equipe identificou um ferimento incomum: a mulher tinha um ferimento de arma branca no peito. Após a análise, o acidente foi descartado como causa da morte.
O companheiro da vítima relatou à Polícia Civil que estava levando Ângela ao hospital por causa do ferimento quando se envolveu no acidente. Ele é tratado como suspeito e foi encaminhado ao Presídio Estadual de São Luiz Gonzaga.
Na residência do casal, que morava há pouco tempo em São Luiz Gonzaga, a polícia encontrou sinais de sangue. Segundo a polícia, não haviam medidas ou ocorrências em relação ao suspeito.
Segundo a delegada, dois dos seis filhos da vítima, de três e cinco anos, relataram à polícia que o padrasto agrediu Ângela com uma faca em meio a uma discussão sobre fotos no celular:
— Ouvimos outras duas crianças que estavam na escola no momento da agressão, antes de terem conhecimento da morte da mãe. Elas relataram que o homem já era agressivo anteriormente, usava uma faca na cintura e já havia colocado (a faca) no pescoço da mãe. Então não restam dúvidas: nossa linha de investigação é que trata-se de um feminicídio.
Segundo a delegada, o inquérito policial deve ser concluído em 10 dias. Ângela deixa seis filhos.




























































