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| 12:40 | Segurança 2 min de leitura

Grupo suspeito de aplicar golpe do nudes é alvo de operação no RS

Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Arambaré, Charqueadas, Esteio e São Leopoldo, além de unidades prisionais de Porto Alegre e Charqueadas

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Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Arambaré, Charqueadas, Esteio e São Leopoldo, além de unidades prisionais de Porto Alegre e Charqueadas
Ação também ocorreu em unidades prisionais da Capital e Charqueadas. Polícia Civil / Divulgação

Um grupo criminoso suspeito de aplicar o golpe dos nudes foi alvo de uma ação da Polícia Civil nesta terça-feira (29) no Rio Grande do Sul. Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados em Arambaré, Charqueadas, São Leopoldo e Esteio, além de unidades prisionais de Porto Alegre e Charqueadas. Ninguém foi preso.

Batizada de Falsa Persona, a operação investiga suspeitos de criar perfis falsos em redes sociais para obter fotos íntimas das vítimas e cobrar valores para não divulgar o material. A ofensiva teve origem em um caso registrado por um morador de Cuiabá, Mato Grosso.

— Eles se passaram por uma jovem e trocaram fotos íntimas com a vítima. Depois, os golpistas fizeram ameaças dizendo que a mulher era menor de idade. Simularam conversas com policiais e exigiram R$ 20 mil para não levar o caso à polícia. Foi apenas tentativa, pois a vítima não chegou a sofrer prejuízo financeiro — explica João Vitor Herédia, delegado titular da Delegacia de Repressão aos Crimes Patrimoniais Eletrônicos (DRCPE) da PC.

caso foi registrado na Polícia Civil de Cuiabá, que deflagrou a operação com apoio dos agentes gaúchos. A suspeita é que o grupo atue em várias regiões do país, segundo Guilherme Rocha, delegado da polícia mato-grossense.

— O trabalho demandou meses de diligências para a elucidação da complexa estrutura do grupo, identificação dos integrantes e comprovação da materialidade. O objetivo principal foi apreender dispositivos eletrônicos utilizados pelos criminosos, como smartphones e computadores, para continuidade das investigações e responsabilização criminal — pontuou.

Fonte: GZH

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