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| 05:36 | Política 2 min de leitura

Lula responde a Trump e diz que sempre esteve aberto ao diálogo: ''Quem define os rumos do Brasil são os brasileiros ''

Presidente dos EUA, Donald Trump, falou nesta sexta-feira que Luiz Inácio Lula da Silva pode falar com ele "quando quiser"

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Presidente dos EUA, Donald Trump, falou nesta sexta-feira que Luiz Inácio Lula da Silva pode falar com ele "quando quiser"
Petista disse que está trabalhando para proteger economia. Ricardo Stuckert / PR / Divulgação

Depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que Luiz Inácio Lula da Silva pode falar com ele "quando quiser", o brasileiro se manifestou nas redes sociais nesta sexta-feira (1º). Segundo Lula, ele sempre esteve aberto ao diálogo.

"Sempre estivemos abertos ao diálogo. Quem define os rumos do Brasil são os brasileiros e suas instituições. Neste momento, estamos trabalhando para proteger a nossa economia, as empresas e nossos trabalhadores, e dar as respostas às medidas tarifárias do governo norte-americano", escreveu no X.

Abertura de diálogo

Mais cedo, nesta sexta, no gramado da Casa Branca, Trump disse a jornalistas que o presidente brasileiro pode falar com ele "quando quiser". 

— Ele pode falar comigo quando quiser — disse Trump em resposta à Raquel Krähenbühl, da TV Globo.

Trump também disse que as tarifas de 50% aplicadas a produtos brasileiros exportados aos EUA foram aplicadas porque "as pessoas que estão comandando o Brasil fizeram a coisa errada".

O presidente americano disse ainda que, apesar das divergências, "ama o povo do Brasil". Ele evitou antecipar qualquer medida:

— Vamos ver o que acontece — afirmou.

Taxação

Na quarta-feira (30), Trump assinou a ordem que oficializa a tarifa de 50% sobre os produtos importados do Brasil. O decreto começa a valer em 6 de agosto.

A lista de itens taxados inclui 694 exceçõescomo suco de laranja, aviões, castanha, minério de ferro, petróleo, carvão, óleos, madeira e celulose.

Aço e alumínio não constam na lista, porque já haviam sido taxados em 50% com origem de todos os países.

Por outro lado, café, cacau, carne e frutas devem ser tarifados. O decreto passa a valer a partir de 6 de agosto.

Fonte: GZH

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