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| 17:27 | Praia Notícias | Segurança 2 min de leitura

"Se eu pudesse voltar no tempo não faria isso", diz em depoimento o suspeito de ter matado a própria sogra

Cristiano de Souza Schaadt, 19 anos, foi detido pela polícia em Porto Belo na manhã desta quarta-feira

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Cristiano de Souza Schaadt, 19 anos, foi detido 

pela polícia em Porto Belo na manhã desta quarta-feira
Cristiano de Souza Schaadt, 19 anos, suspeito da morte de professora Eliane (Foto: Osiris Reis / Divulgação)
Cristiano de Souza Schaadt, 19 anos, suspeito de assassinar a sogra e professora Eliane Eroni dos Santos foi detido pela Polícia Civil de Blumenau nesta quarta-feira de manhã em Porto Belo, no litoral catarinense. 
De acordo com o delegado Ronnie Esteves, que comanda a investigação, Schaadt e a namorada de 16 anos _ filha mais velha de Eliane _ foram localizados em uma quitinete no litoral dois dias após o crime. Eles fugiram para Porto Belo com o carro da vítima na segunda-feira à noite. A prisão preventiva do jovem já foi autorizada pelo juiz Juliano Rafael Bogo e a menina, menor de idade, será encaminhada ainda nesta quarta-feira para a Promotoria da Infância e Juventude de Blumenau. 
Em depoimento Schaadt, que já havia sido preso após uma tentativa de roubo ocorrida no ano passado na Alameda Rio Branco, em Blumenau, contou como o crime ocorreu e disse que a filha mais velha de Eliane é inocente: 
— Eu cheguei na casa e ela (Eliane) já veio com uma faca pra cima de mim. Eu tinha um facão e dei alguns golpes nela. Depois, enrolei o corpo em um cobertor e empurrei para debaixo da cama, mas não tinha certeza se ela estava morta. Se eu pudesse voltar no tempo não faria isso. A menina (filha mais velha da vítima) não tem nada a ver com o crime. Nosso amor é maior que tudo e iremos superar isso. Vou pagar o que devo. 
O delegado Esteves chamou atenção para a frieza com que os acusados lidaram com a situação e classificou o crime como bárbaro. 
— Isso não é comum e por isso causa indignação no meio social — finalizou. 
Segundo o delegado, Schaadt, que terá apoio de um defensor público, será acusado de furto qualificado, fraude processual (quando a cena do crime é alterada), homicídio qualificado e corrupção de menor. Se condenado, a pena por homicídio pode chegar a até 30 anos.

Fonte: ANoticia

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