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| 14:29 | Segurança 2 min de leitura

Julgamento em Horizontina gera controvérsia após pena branda por homicídio brutal

Renan Luís Silva dos Santos foi condenado a 2,6 anos de prisão pela morte de Marcos Antônio da Silva, crime ocorrido em Tucunduva; desclassificação das qualificadoras e possível recurso do Ministério Público alimentam debates sobre a decisão.

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Renan Luís Silva dos Santos foi condenado a 2,6 anos de prisão pela morte de Marcos Antônio da Silva, crime ocorrido em Tucunduva; desclassificação das qualificadoras e possível recurso do Ministério Público alimentam debates sobre a decisão.
Jornal Folha Cidade

O julgamento de Renan Luís Silva dos Santos, ocorrido em Horizontina e presidido pelo Dr. Danilo Schneider Júnior, atraiu grande atenção devido à natureza brutal do crime e à subsequente condenação a uma pena considerada branda por muitos. Renan foi condenado a 2,6 anos de prisão após ser acusado de degolar Marcos Antônio da Silva, incendiar seu carro e destruir evidências. Ambos eram conhecidos e residiam em Tucunduva.

O Crime

Marcos Antônio da Silva desapareceu em 26 de novembro de 2023. Pouco tempo depois, seu carro foi encontrado carbonizado. O pior se confirmou quando seu corpo foi descoberto, apresentando sinais de degola e outras evidências de violência, configurando um cenário de extrema brutalidade.

A Acusação e a Defesa

Renan Luis Silva dos Santos, de 20 anos, foi acusado do crime. A acusação alegou que Renan dirigia o carro com duas menores de idade e que a vítima, Marcos Antônio, estaria embriagado, e nesse estado falado palavrões quando teria ocorrido um desentendimento.

A Defesa destacou que a vítima teria assediado uma das garotas, á época com 11 anos de idade e proferido ameaças. Argumentou legítima defesa e alegou que Renan agiu em um estado emocional alterado e temendo pello comportamento de Marcos.

Artigo 121 e Desclassificação

O caso foi enquadrado no artigo 121 do Código Penal (homicídio). No entanto, durante o julgamento, as qualificadoras foram desclassificadas, o que levou à redução da pena imposta a Renan. Essa desclassificação gerou debates e controvérsias sobre a adequação da sentença.

Recurso do Ministério Público

Diante da pena considerada branda, o Ministério Público manifestou a intenção de possivelmente recorrer da decisão. O Promotor Gabriel Colvara, responsável pela acusação, poderá buscará reverter a desclassificação das qualificadoras e aumentar a pena imposta, segundo familiar da vítima.

Atuação e Conselho de Sentença

O julgamento contou com a atuação do Promotor Gabriel Colvara na acusação e do Defensor Dany Michel Zart na defesa. O Conselho de Sentença, composto por 5 mulheres e 2 homens, proferiu a votação após um amplo debate sobre as evidências e argumentos apresentados durante o julgamento.

Fonte: Jornal Folha Cidade

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