Facebook Instagram X WhatsApp


| 13:35 | Geral 2 min de leitura

Sindicatos não garantem retorno ao trabalho de servidores após paralisação de quatro dias

Movimento unificado diz que "incerteza" e "impossibilidade material" devem impedir retorno ao trabalho na sexta-feira

Compartilhar:
Movimento unificado diz que "incerteza" e "impossibilidade material" devem impedir retorno ao trabalho na sexta-feira
Líderes do movimento unificado se manifestaram hoje após confirmação do parcelamento de salários (Foto: Paulo Rocha / Rádio Gaúcha)
O movimento unificado de 43 categorias do funcionalismo público estadual avalia como "difícil" a possibilidade de retorno ao trabalho de servidores do Executivo na próxima sexta- feira (4). As categorias deflagraram nesta segunda-feira (31) quatro dias de paralisação, em protesto contra o parcelamento de salários.
Os maiores reflexos à população foram observados na segurança pública e na educação. No entanto, as categorias não garantem o retorno imediato das atividades.
"Em função da incerteza e da impossbilidade material dos nossos servidores, dificilmente eles voltarão na sexta- feira", diz Sergio Arnoud, presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos (Fessergs).
Um dos líderes do movimento unificado, Arnoud classificou a situação vivida pelos servidores como "dramática" e a pior vivida pelos funcionalismo e pelo Estado em mais de 30 anos. Para o presidente da Fessergs, o governador José Ivo Sartori demorou a tomar iniciativas para contornar a crise. Como exemplo, citou o envio do projeto que autoriza o aumento dos saques dos depósitos judiciais e a ação o STF contra o bloqueio de recursos do RS para o pagamento da dívida com a União.
"Vamos realizar reunião essa semana com os três senadores gaúchos sobre o projeto deles da dívida. Ela está paga e é União quem nos deve. Veja, estamos tomando essa iniciativa e os senadores. O governador não, parece alheio", critica Arnoud.
Na manifestação esta manhã, o movimento unificado voltou a defender outras medidas para contornar a crise. Além da renegociação da dívida, o combate à sonegação e a revisão de incentivos fiscais.

Fonte: Rádio Gaúcha

Mais notícias sobre GERAL
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade