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| 04:59 | Geral 2 min de leitura

Governo do RS paga segunda parcela do salário dos funcionários públicos

Previsto para sexta-feira (11), pagamento de R$ 800 foi antecipado

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Previsto para sexta-feira (11), pagamento de R$ 800 foi antecipado
Após ter as contas desbloqueadas pela União, o governo do Rio Grande do Sul antecipou o pagamento da segunda parcela do salário dos funcionários públicos, dividido em quatro vezes. Segundo o Palácio Piratini, o depósito de R$ 800 na conta dos servidores foi feito nesta quinta-feira (10), um dia antes do previsto inicialmente.
O crédito estará visível nos extratos bancários dos funcionários públicos de maneira gradativa após as 19h desta quinta, diz o Palácio Piratini.
O salário dos servidores do Executivo estadual foi parcelado em quatro vezes em função da crise financeira do estado. A medida foi adotada pelo segundo mês consecutivo.
No dia 31 de agosto foi paga a primeira parcela, de R$ 600, complementada com mais R$ 800 nesta quinta. No dia 15 está previsto o crédito de até R$ 1.400. Quem ganha mais de R$ 2.800 por mês receberá a parcela restante até o dia 22.
Segundo o Piratini, com o pagamento desta quinta, 32% do funcionalismo (incluindo as fundações, autarquias, pensões previdenciárias e pensões alimentícias) terá recebido os vencimentos integrais. Esse índice subirá para 67% com o pagamento do dia 15, até atingir 100% no dia 22.
Nesta quinta-feira (10), o governo federal liberou as contas do estado, após 10 dias de bloqueio. A medida foi adotada no dia 1º de setembro pelo Tesouro Nacional por causa do atraso no pagamento da parcela da dívida com a União, no valor de R$ 265,4 milhões.
Depois de quitar a parcela da dívida, a Secretaria da Fazenda usou os primeiros ingressos de ICMS da alíquota sobre combustíveis, energia elétrica e telecomunicações para reunir os R$ 230 milhões necessários para a segunda parcela dos vencimentos de agosto.
O valor líquido da folha dos servidores ativos, inativos, das pensões previdenciárias e pensões alimentícias do Executivo gaúcho é de R$ 950 milhões. São 347 mil matrículas – alguns servidores, como professores, podem ter mais de um contrato.

Fonte: G1

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