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| 11:18 | Segurança 2 min de leitura

Polícia começa a rastrear origem de dinamites deixadas à beira da BR-472, em Itaqui

Artefato foi localizado por tripulação de carro-forte na tarde de sexta-feira, depois de o veículo capotar

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Artefato foi localizado por tripulação de carro-forte na tarde de sexta-feira, depois de o veículo capotar
Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal
Nesta segunda-feira, a Polícia Civil começa a percorrer o rastro deixado por 10 bananas de dinamites encontradas na margem da BR-472, em Itaqui. Os policiais buscam uma explicação para o artefato explosivo, ligado a um aparelho celular, ter parado  foi parar à beira da rodovia na Fronteira Oeste.
O material foi encontrado pela tripulação de um carro-forte que furou um dos pneus próximo ao local na tarde de sexta-feira. Esse é o principal foco da investigação dos agentes da Delegacia de Polícia Civil de Itaqui.  As circunstâncias que cercam essa investigação são, no mínimo, curiosas, conforme a delegada Elizandra Mattoso Batista. 
As circunstâncias
Na tarde de sexta-feira, um carro- forte se deslocava pela BR-472 no sentido Itaqui-Uruguaiana quando, no km 492, localizado a 10 quilômetros do centro de Itaqui, o veículo furou um dos pneus, saiu da pista e capotou em um barraco. A tripulação do carro-forte, composta por quatro pessoas, desceu e uma delas atravessou a rodovia em busca de sinal para o celular, quando encontrou o artefato explosivo. 
No final da tarde de sexta-feira, uma equipe do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), de Porto Alegre, explodiu o artefato. Os quatro tripulantes foram ouvidos pela polícia no final de semana.
— Esses são os fatos conhecidos. Além deles, nós vamos ter o relatório do Gate, que trará a numeração que consta nas dinamites, o que irá permitir que rastreemos a sua origem. Infelizmente,  por razões técnicas, o celular, que estava acoplado ao artefato, precisou ser explodido junto — relata a delegada.
Caminho dos explosivos
Elizandra acredita que se chegar à origem dos explosivos poderá traçar o caminho de como eles foram parar na beira da estrada e se existe alguma relação com o carro-forte. Nesta segunda-feira, ela também deve conversar com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para esclarecer uma outra ocorrência envolvendo explosivo deixado na beira da BR- 472.
—  A PRF teria sido avisada da existência de um artefato semelhante a esse encontrado na beira da estrada. Uma patrulha teria se deslocado até o local e não encontrado nada — comenta Elizandra.
Além da PRF, a delegada também deverá conversar com a Polícia Federal (PF), que é responsável pela segurança das fronteiras, pois o caso pode se tratar desde simples quadrilheiros tentando assaltar um carro-forte até uma questão de segurança de fronteira.

Fonte: Zero Hora

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