O responsável pela Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) de Salvador, Pablo Souza, foi alvo de uma ordem de prisão expedida pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) neste domingo (25), durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A medida está relacionada à retenção injustificada de ônibus do transporte coletivo na capital baiana.
A decisão ocorreu após denúncias de eleitores sobre dificuldades para chegar aos locais de votação, em razão da redução da circulação de ônibus, longas esperas nos pontos e veículos que teriam permanecido fora de operação.
Desde as primeiras horas da manhã, passageiros relataram problemas no transporte público em diferentes bairros de Salvador. A situação provocou preocupação quanto ao acesso dos eleitores às seções eleitorais e levou à intervenção da Justiça Eleitoral.
Diante das irregularidades relatadas, o TRE-BA determinou o restabelecimento integral da frota de ônibus, com operação equivalente à de dois dias úteis, para garantir o deslocamento da população durante a votação.
O tribunal também estabeleceu multa de R$ 1 milhão por hora em caso de descumprimento da determinação judicial.
A medida busca assegurar o direito ao voto e evitar que dificuldades no transporte público prejudiquem a participação dos eleitores no segundo turno das eleições presidenciais.
Segundo reportagens publicadas neste domingo, a Prefeitura de Salvador atribuiu parte da retenção dos ônibus a um impasse envolvendo adesivos de propaganda eleitoral nos veículos. O secretário Pablo Souza estava em Paris, em missão oficial. Até as informações consultadas, havia confirmação da ordem judicial, mas não de sua prisão efetiva.























































