Logomarca Paulo Marques Notícias


| 08:51 | Política 2 min de leitura

Partidos mantêm disposição de fazer eleição em 2020 sem destinar fundo a coronavírus, diz jornal

Parlamentares alegam que adiamento do processo eleitoral trazer prejuízo ao rito democrático

Compartilhar:
Parlamentares alegam que adiamento do processo eleitoral trazer prejuízo ao rito democrático
Reprodução/Internet
O adiamento das eleições, prevista para ocorrer em outubro, não tem ganhado corpo entre os partidos, conforme a coluna Poder, do jornal Folha de S.Paulo, desta quinta-feira (23). No mesmo sentido, a destinação do fundo partidário ao combate ao coronavírus continua enfrentando resistência entre os parlamentares. 
De acordo com a publicação, a maioria dos partidos e a Justiça Eleitoral defendem que, se as eleições forem adiadas, que isso ocorra por um curto período, evitando assim o prolongamento do mandato de prefeitos e vereadores eleitos em 2016. A data oficial é 4 e 25 de outubro, em primeiro e segundo turnos. O temor, conforme a coluna, é de que haja a fragilização de um dos pontos fundamentais das democracias: as próprias eleições. 
O orçamento de 2020, além dos R$ 2 bilhões para o Fundo Eleitoral, reservou R$ 1 bilhão para os partidos gastarem em despesas com atividades das legendas como contas de luz, água, aluguel das sedes e transporte. 
Nos bastidores, segundo a Folha, a opinião majoritária no Congresso é a de que não serão os R$ 2 bilhões do fundo que farão diferença em uma situação que exige valores muito mais altos. Para esses parlamentares, conforme a publicação, os que pregam a destinação ao coronavírus surfam na onda anti-política e querem jogar para a plateia, uma movimentação que tende a perder força com o passar dos meses. 
Proposta rejeitada
Em março, o senador Eduardo Gomes (MDB-TO), líder do governo no Congresso, rejeitou a proposta do uso do fundo partidário ao combate ao coronavírus  — , conforme disposto na Medida Provisória (MP) 924/2020  — , e vinculou a utilização ao adiamento das eleições. 
Segundo o relator, somente se a evolução da pandemia no Brasil impedir as eleições municipais de outubro, o dinheiro deve ser bloqueado e usado para combater ao vírus, tratar os doentes e complementar a renda de pessoas prejudicadas pelo estado de calamidade. 

Fonte: Gaúcha ZH

Mais notícias sobre POLÍTICA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade