Facebook Instagram X WhatsApp


| 10:46 | Política 2 min de leitura

BRB e PicPay são alvo de operação contra descontos irregulares em folha de servidores do DF

São cumpridos 50 mandados de busca e apreensão em Brasília, São Paulo, e Curitiba, além do bloqueio de quase R$ 90 milhões

Compartilhar:
São cumpridos 50 mandados de busca e apreensão em Brasília, São Paulo, e Curitiba, além do bloqueio de quase R$ 90 milhões
Buscas foram realizadas na sede do BRB, em Brasília, na manhã desta sexta-feira. MPDFT / Divulgação

Banco de Brasília (BRB) e o PicPay estão entre os alvos de uma operação do Ministério Público do Distrito Federal contra descontos irregulares na folha de pagamento de servidores da unidade da federação na manhã desta sexta-feira (19). São cumpridos 50 mandados de busca e apreensão em Brasília (DF), São Paulo (SP), e Curitiba (PR). 

A Secretaria de Economia do DF, o Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) e a Associação dos Servidores Públicos do DF também estão entre os alvos. Foram bloqueados quase R$ 90 milhões em contas da PicPay e da Associação dos Servidores do Distrito Federal.

De acordo com o g1, o diretor do PicPay, Eduardo Chedid Simões, e o ex-secretário de Economia do DF e ex-presidente do BRB, Ney Ferraz, que está preso, estão entre os investigados.

As investigações apontam que os suspeitos realizavam descontos em folhas de pagamento para amortizar transações, sem cobrar juros, por meio de um decreto distrital e 2024. Conforme apurou a TV Globo, são investigados crimes contra a economia popular, publicidade enganosa nas relações de consumo, inserção e modificação de dados em sistemas da Administração Pública, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Em nota, o PicPay afirmou que não reconhece qualquer irregularidade nas operações mencionadas e afirmou que não houve cobrança indevida.

O que diz o PicPay

O PicPay reafirma seu compromisso com a estrita observância da legislação e da regulamentação aplicáveis aos setores financeiro e de meios de pagamento.

A companhia não reconhece qualquer irregularidade nas operações mencionadas e rejeita a alegação de cobrança indevida. Seus produtos e serviços são estruturados e ofertados em conformidade com as normas vigentes, submetidos a rigorosos mecanismos de controle e supervisão.

O valor antecipado era disponibilizado diretamente no cartão do cliente, mediante solicitação realizada no aplicativo, sem intermediários ou associações, e sem cobrança nessa modalidade.

O PicPay mantém uma sólida estrutura de governança corporativa, gestão de riscos e compliance, alinhada às melhores práticas de mercado e aos mais elevados padrões regulatórios.

A empresa seguirá colaborando plenamente com as autoridades competentes e está confiante de que quaisquer esclarecimentos necessários confirmarão a regularidade de sua atuação.

Fonte: GZH

Mais notícias sobre POLÍTICA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade